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sexta-feira, 19 de março de 2010
quarta-feira, 17 de março de 2010
Desvaneio...
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Dia 12
Dia 12.
Durante o dia apenas orvalhou um pouco, mas isto no início da noite, mas mesmo assim o dia até foi agradável. O próprio sol lá espreitou um q.b.
Agora, já de noite, é que chove um pouco e o vento sopra forte como ontem.
Maré-alta que ate no muro bate…
Durante o dia apenas orvalhou um pouco, mas isto no início da noite, mas mesmo assim o dia até foi agradável. O próprio sol lá espreitou um q.b.
Agora, já de noite, é que chove um pouco e o vento sopra forte como ontem.
Maré-alta que ate no muro bate…
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Dia 11
Dia 11, chuvinha, por grande parte do dia.
Para muitos um sufoco, para mim um prazer, porque gosto mesmo de andar à chuva, de sentir as gotas e enfim…
E é isto…
Tirando a tarde passada no hospital, sem sequer contar com tal coisa, sem um livro sequer para ler… o aborrecimento, talvez proporcionado pelas dores de cabeça, pela quebra da rotina, pelo passar de pessoas em sofrimento, por encontrar familiares, por sei lá. Cansaço… talvez apenas cansaço… e cansaço acumulado com stresses da semana passada, dos últimos 5 anos, de não sei mais quê… nem de quando… das súbitas vontades de… spah… não importa… foi apenas mais uma gota no meio de tantas outras que tentam transbordar.
Enfim e enfim e enfim…
Às vezes apetece-me… puff… escapulir para… ai? Será?
Respiro… e suspiro…
Para muitos um sufoco, para mim um prazer, porque gosto mesmo de andar à chuva, de sentir as gotas e enfim…
E é isto…
Tirando a tarde passada no hospital, sem sequer contar com tal coisa, sem um livro sequer para ler… o aborrecimento, talvez proporcionado pelas dores de cabeça, pela quebra da rotina, pelo passar de pessoas em sofrimento, por encontrar familiares, por sei lá. Cansaço… talvez apenas cansaço… e cansaço acumulado com stresses da semana passada, dos últimos 5 anos, de não sei mais quê… nem de quando… das súbitas vontades de… spah… não importa… foi apenas mais uma gota no meio de tantas outras que tentam transbordar.
Enfim e enfim e enfim…
Às vezes apetece-me… puff… escapulir para… ai? Será?
Respiro… e suspiro…
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Desabafos Desejos ou Pensamentos,
Desvaneio.
Dia 10
Dia 10, sol espreitou, mas mesmo assim o vento soprava com alguma força. Pelo que saiba e tenha sentido, não choveu hoje.
domingo, 10 de janeiro de 2010
Dias 7, 8 e 9
Dia 7, o dia permaneceu quase todo com nuvens negras, só mesmo ao cair da noite é que a chuva caiu também.
Dia 8, chuviscou quase todo o dia e quando tal não acontecia, o nevoeiro caía cobrindo a vista.
Dia 9, solinho de manhã, chuvisco a meio da tarde, sol again e por fim chuva…
Dia 8, chuviscou quase todo o dia e quando tal não acontecia, o nevoeiro caía cobrindo a vista.
Dia 9, solinho de manhã, chuvisco a meio da tarde, sol again e por fim chuva…
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Dia 6
Dia 6
Sol, sol, sol, sol e sol durante todo o dia. Quentinho como se fosse mesmo Junho.
O mais banal? A minha súbita vontade de andar ao sol no lugar de à sombra. Logo eu que, sem sombras de duvidas, prefiro andar à chuva do que ao sol.
Mas hoje não… quis sentir o quente do sol no rosto… talvez, no fundo, quisesse sentir um toque de alguém.
Se gostei do dia?
Sim. Deu para passar pela baixa da cidade, ver os barcos, isto sim, completa-me o dia… e se completa…
Também comprei três peixinhos que já pairam e dão vida de novo ao aquário.
Fascina-me estar debaixo de água, sim, a ver os peixes, eleva-me para outra dimensão. Tal como ficar a observá-los mesmo estando eles num aquário. Acho que, no fundo, o meu signo até faz sentido.
Dia 6, se Junho for realmente como hoje, ui... que o final da escola e os exames também correm assim, bons tal como o dia de hoje.
Sol, sol, sol, sol e sol durante todo o dia. Quentinho como se fosse mesmo Junho.
O mais banal? A minha súbita vontade de andar ao sol no lugar de à sombra. Logo eu que, sem sombras de duvidas, prefiro andar à chuva do que ao sol.
Mas hoje não… quis sentir o quente do sol no rosto… talvez, no fundo, quisesse sentir um toque de alguém.
Se gostei do dia?
Sim. Deu para passar pela baixa da cidade, ver os barcos, isto sim, completa-me o dia… e se completa…
Também comprei três peixinhos que já pairam e dão vida de novo ao aquário.
Fascina-me estar debaixo de água, sim, a ver os peixes, eleva-me para outra dimensão. Tal como ficar a observá-los mesmo estando eles num aquário. Acho que, no fundo, o meu signo até faz sentido.
Dia 6, se Junho for realmente como hoje, ui... que o final da escola e os exames também correm assim, bons tal como o dia de hoje.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Dia 5
Dia 5…
Isto hoje anda muito vago. Daqueles dias que nem sabemos ao certo como começar algo e ou se começar algo.
Apetece-me escrever, simplesmente, por tópicos e por um ponto final mais rápido.
Choveu, é normal, certo?
Ok…
Suspiro e recomeço: choveu no início da manhã. Mas o tempo manteve-se firme o resto do dia, apesar de, no céu, algumas nuvens negras permanecerem e a aragem fria gelar-nos o corpo.
Depois das nuvens, ou melhor, algumas nuvens, darem folga ao céu deu para ver a costa nítida e o mar a bater-lhe e a voltar em pequenas gostas quase que como cristais.
Que me apeteceu hoje? Enfiar-me na piscina e fazer piscinas durante uma hora, aproveitar os últimos quinze minutos e fazê-las sem respirar. Mergulhar e debaixo de agua fazer piruetas e dar cambalhotas, ir ao fundo e ficar a ver o tecto, debaixo de água, a ver as pessoas a nadar e a ouvir o som mágico das gotas a cair sobre a água.
É tarde, sim, eu sei, mas ainda por aqui ando sem sono algum enquanto ouço o som das ondas a rebentarem talvez num embalar de noite…
Isto hoje anda muito vago. Daqueles dias que nem sabemos ao certo como começar algo e ou se começar algo.
Apetece-me escrever, simplesmente, por tópicos e por um ponto final mais rápido.
Choveu, é normal, certo?
Ok…
Suspiro e recomeço: choveu no início da manhã. Mas o tempo manteve-se firme o resto do dia, apesar de, no céu, algumas nuvens negras permanecerem e a aragem fria gelar-nos o corpo.
Depois das nuvens, ou melhor, algumas nuvens, darem folga ao céu deu para ver a costa nítida e o mar a bater-lhe e a voltar em pequenas gostas quase que como cristais.
Que me apeteceu hoje? Enfiar-me na piscina e fazer piscinas durante uma hora, aproveitar os últimos quinze minutos e fazê-las sem respirar. Mergulhar e debaixo de agua fazer piruetas e dar cambalhotas, ir ao fundo e ficar a ver o tecto, debaixo de água, a ver as pessoas a nadar e a ouvir o som mágico das gotas a cair sobre a água.
É tarde, sim, eu sei, mas ainda por aqui ando sem sono algum enquanto ouço o som das ondas a rebentarem talvez num embalar de noite…
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Dia 4
Como começou o dia?
Com sol, lá no algo a brilhar, manteve-se toda a manhã o que dificultou um pouco a condução, mas pronto. Nada que não seja ultrapassado. Até a meio da tarde ainda brilhou. Mas subitamente a chuva chegou, fresquinha e forte. Acalmou, mas o vento ainda paira a sobrar a aragem fria, o que proporciona ouvir-se melhor o mar e a forma como as ondas rebentam, algumas com tamanha força que se ouve o som como se estas caíssem de chapa.
Dia 4, mês de Abril… será mesmo assim?
Com sol, lá no algo a brilhar, manteve-se toda a manhã o que dificultou um pouco a condução, mas pronto. Nada que não seja ultrapassado. Até a meio da tarde ainda brilhou. Mas subitamente a chuva chegou, fresquinha e forte. Acalmou, mas o vento ainda paira a sobrar a aragem fria, o que proporciona ouvir-se melhor o mar e a forma como as ondas rebentam, algumas com tamanha força que se ouve o som como se estas caíssem de chapa.
Dia 4, mês de Abril… será mesmo assim?
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Dia 3
Dia 3, só de manhã é que a chuva abrandou, depois de trovoada, chuva e vento intensos e relâmpagos a entrar até dentro de uma casa.
Manhã quase calma, o sol lá espreitou, mas, mesmo assim, com o vento ainda a soprar forte e o mar a bater no muro, a chuva lá aparecia e desaparecia, mas continuou a dar algum espaço a alguns raios de sol.
À tarde voltou a visitar-nos, mas não tão forte como no decorrer da noite anterior.
Agora, já de noite, chuvisca, lá fora o vento corre frio, pronto a congelar narizinhos e mãos que sem o aconchego das luvas permanecem.
Será que Março será assim ou haverá dias em que a chuva nem passará por perto?
Manhã quase calma, o sol lá espreitou, mas, mesmo assim, com o vento ainda a soprar forte e o mar a bater no muro, a chuva lá aparecia e desaparecia, mas continuou a dar algum espaço a alguns raios de sol.
À tarde voltou a visitar-nos, mas não tão forte como no decorrer da noite anterior.
Agora, já de noite, chuvisca, lá fora o vento corre frio, pronto a congelar narizinhos e mãos que sem o aconchego das luvas permanecem.
Será que Março será assim ou haverá dias em que a chuva nem passará por perto?
sábado, 2 de janeiro de 2010
Dia 2
Andei para aqui a postar e quase que me esquecia do dia, ou melhor, o tempo que, supostamente, significará o de Fevereiro, não?
Pelo que reparei de manhãzinha o sol lá espreitou, mas a chuva chegou depois para fazer o seu servicinho, mas lá abrandou e à tarde voltou a vir e a ir e a vir e ir, enfim, por enquanto o tempo está calmo.
O mar chegou a bater aqui no muro e os surfistas lá se fizeram às ondas.
Isto fez-me lembrar da vez em que um sujeito ficou com o parapente preso na figueira e na roldana que temos no quintal. Cá para mim ele deve ter pregado uma forte cacetada na parede, que ui, não deve ter doido pouco, não, mas pronto, lá subi ao muro e ajudei-lhe, enquanto ele apenas me dizia: “ohh…ohh…” ok, já tinha entendido que ele não falava português não sou assim tãoooooooooo naba, mas também não estava ali para conversar, apenas para o ajudar.
Banal, banal mesmo foi a minha expressão hoje enquanto conduzia. Reparei num sujeito a fazer jogging pelo passeio, o que me lembrou que também tenho que recomeçar os meus exercícios apesar de diariamente andar mais do que corro quer na praia quer no calçadão. Mas, naquele instante, o dito sujeito engatou os pés não sei em quê e quase se estampou no chão e a minha expressão foi: “wey caraças!” e fiz um gesto com a mão como se pudesse agarrá-lo ou evitar que caísse. Depois, simplesmente, desatei a rir com a minha figura de parva.
Ao menos ele não caiu :/
Estava agora a fazer zapping e ao passar pela SIC estava a dar a novela Perfeito Coração, onde a personagem Humberto falava, epah, não sei porquê mas a voz dele faz-me lembrar um desenho animado, só não me recordo qual.
Pelo que reparei de manhãzinha o sol lá espreitou, mas a chuva chegou depois para fazer o seu servicinho, mas lá abrandou e à tarde voltou a vir e a ir e a vir e ir, enfim, por enquanto o tempo está calmo.
O mar chegou a bater aqui no muro e os surfistas lá se fizeram às ondas.
Isto fez-me lembrar da vez em que um sujeito ficou com o parapente preso na figueira e na roldana que temos no quintal. Cá para mim ele deve ter pregado uma forte cacetada na parede, que ui, não deve ter doido pouco, não, mas pronto, lá subi ao muro e ajudei-lhe, enquanto ele apenas me dizia: “ohh…ohh…” ok, já tinha entendido que ele não falava português não sou assim tãoooooooooo naba, mas também não estava ali para conversar, apenas para o ajudar.
Banal, banal mesmo foi a minha expressão hoje enquanto conduzia. Reparei num sujeito a fazer jogging pelo passeio, o que me lembrou que também tenho que recomeçar os meus exercícios apesar de diariamente andar mais do que corro quer na praia quer no calçadão. Mas, naquele instante, o dito sujeito engatou os pés não sei em quê e quase se estampou no chão e a minha expressão foi: “wey caraças!” e fiz um gesto com a mão como se pudesse agarrá-lo ou evitar que caísse. Depois, simplesmente, desatei a rir com a minha figura de parva.
Ao menos ele não caiu :/
Estava agora a fazer zapping e ao passar pela SIC estava a dar a novela Perfeito Coração, onde a personagem Humberto falava, epah, não sei porquê mas a voz dele faz-me lembrar um desenho animado, só não me recordo qual.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Feliz Ano Novo com um enorme sorriso :)
Antes de mais, Feliz Ano Novo com um enorme sorriso :)
Iniciar o ano levou-me numa viagem ao passado, mais precisamente a uma aula de educação física (E.F.).
A primeira aula de E.F. do ano passado, onde a profe dizia que os doze dias iniciais do ano significavam os doze meses, ou seja, a forma como o tempo seria, que este iria reagir como os primeiros doze dias iniciais daquele ano.
Hoje, dia um, será Janeiro, obvio, o tempo limitou-se a estar com uma aragem fria, mas não tanto desconfortável, chuviscou pela tarde dentro, mas deu para ir caminhar pela praia. Aliás, foi uma combinação excepcional, chuva numa passeio à beira-mar, de certo que há por ai gente que concorda comigo, ou estarei eu enganada? :) deu para ver pessoas a darem o seu primeiro mergulho do ano, como um jovem adulto a despir-se em plena praia e a fazer-se à água, entre outras passagens, e umas tantas outras pessoas como eu a limitar-se a um passeio.
Algo que também reparei foi em alguns caules de flores à beira-mar, onde em algumas apenas restavam poucas pétalas. Terá alguém lá ido ofertar um bouquet ao mar?
Adiante, terminamos a noite com chuva, não me perguntem como estava o tempo pela manhã, só me levantei depois das 12horas :X
Será que o tempo assim significa mesmo que Janeiro será de igual modo?
Espero eu anotar como estará o tempo nos próximos onze dias, a ver se regula mesmo esta ideia.
[Algumas fotos banais do passeio. ]
Iniciar o ano levou-me numa viagem ao passado, mais precisamente a uma aula de educação física (E.F.).
A primeira aula de E.F. do ano passado, onde a profe dizia que os doze dias iniciais do ano significavam os doze meses, ou seja, a forma como o tempo seria, que este iria reagir como os primeiros doze dias iniciais daquele ano.
Hoje, dia um, será Janeiro, obvio, o tempo limitou-se a estar com uma aragem fria, mas não tanto desconfortável, chuviscou pela tarde dentro, mas deu para ir caminhar pela praia. Aliás, foi uma combinação excepcional, chuva numa passeio à beira-mar, de certo que há por ai gente que concorda comigo, ou estarei eu enganada? :) deu para ver pessoas a darem o seu primeiro mergulho do ano, como um jovem adulto a despir-se em plena praia e a fazer-se à água, entre outras passagens, e umas tantas outras pessoas como eu a limitar-se a um passeio.
Algo que também reparei foi em alguns caules de flores à beira-mar, onde em algumas apenas restavam poucas pétalas. Terá alguém lá ido ofertar um bouquet ao mar?
Adiante, terminamos a noite com chuva, não me perguntem como estava o tempo pela manhã, só me levantei depois das 12horas :X
Será que o tempo assim significa mesmo que Janeiro será de igual modo?
Espero eu anotar como estará o tempo nos próximos onze dias, a ver se regula mesmo esta ideia.
[Algumas fotos banais do passeio. ]
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Um Bom Ano 2010 para todos.
Final de um ano e começo de outro.
2009 ano de mudanças, ano de ene coisas com ene nomes, mas sobre tudo de crescimento, principalmente psicológico.
2010 ano de… ainda nem sabemos ao certo, que seja o que tiver de ser pelo melhor. (pelo menos há que tentar ;) )
Um Bom Ano 2010 para todos.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Sentada ali...

Sentada ali, inapta para com a situação por nada estar a meu alcance e, sim, é nesta altura que sentes medo e pensas no que podias ter feito para que nada chegasse aquele ponto… porque numa sala de espera de um hospital é assim que te sentes para com quem está lá, do outro lado das portas com sinal de proibido, sentes-te inapto.
E, quando ali permanecia, chegaste tu acompanhado por mais um, acompanhado por ti próprio, pela situação que se seguiu…
Levanto a cabeça, olhas para mim e sorris-me enquanto nasce um cintilar do teu doce olhar.
Mantenho-me seria, não entendo o porquê de tal sorriso e pensamentos meus invocam a razão.
Volto a baixar o rosto enquanto te sentas atrás de mim e começas a falar… a sussurrar por momentos…
Dou por mim a ler o mesmo parágrafo do livro três vezes… fecho, guardo-o e retiro da mala o meu bloco de papel e a caneta. Com isto acabo um desenho que noutra situação havia começado.
Mudas de lugar, para um lugar com maior visibilidade sobre mim, e sinto-te a olhar fixamente, o que me deixa desconfortável.
Olho-te de ressalto e sorris-me uma vez com aquele teu doce olhar.
Está na minha hora de sair, porque o tempo surge e os compromissos chamam-me.
Despeço-me de quem acompanhava, visando que voltaria depois.
Olhamo-nos e o tempo parece destacar-se.
Baixo o rosto e antes de virar o canto entrego-te uma vez mais um olhar… o último olhar.
Sigo o meu rumo, o que ainda há por traçar.
Realizo as tarefas a cumprir, mesmo assim saindo depois do horário, e, tal como prometido, volto ao hospital para ir buscar quem lá deixei.
Nem sequer lá entro, muito menos dou de caras contigo, mas quando a noite adormece comigo nos braços, num sonho reencontro-me contigo.
Num reencontro com situações que a própria razão desconhece.
No sonho ofereceste-me um par de brincos, semelhantes aos que uso. Conversarmos, sorrimos e mais não sei…
Acabando assim por acordar com a impressão que não foi apenas um sonho…
Levanto-me já atrasada para mais um dia que agora enlaça mais uma etapa…
Calço as pantufas e numa delas algo causa-me um desconforto, elevo-a mas nada sai. Volto a calçá-la e o desconforto permanece, por fim coloco a mão dentro dela e retiro de lá um brinco… um brinco que já havia guardado numa caixa.
Coincidências? Certamente que acontecem…
E, quando ali permanecia, chegaste tu acompanhado por mais um, acompanhado por ti próprio, pela situação que se seguiu…
Levanto a cabeça, olhas para mim e sorris-me enquanto nasce um cintilar do teu doce olhar.
Mantenho-me seria, não entendo o porquê de tal sorriso e pensamentos meus invocam a razão.
Volto a baixar o rosto enquanto te sentas atrás de mim e começas a falar… a sussurrar por momentos…
Dou por mim a ler o mesmo parágrafo do livro três vezes… fecho, guardo-o e retiro da mala o meu bloco de papel e a caneta. Com isto acabo um desenho que noutra situação havia começado.
Mudas de lugar, para um lugar com maior visibilidade sobre mim, e sinto-te a olhar fixamente, o que me deixa desconfortável.
Olho-te de ressalto e sorris-me uma vez com aquele teu doce olhar.
Está na minha hora de sair, porque o tempo surge e os compromissos chamam-me.
Despeço-me de quem acompanhava, visando que voltaria depois.
Olhamo-nos e o tempo parece destacar-se.
Baixo o rosto e antes de virar o canto entrego-te uma vez mais um olhar… o último olhar.
Sigo o meu rumo, o que ainda há por traçar.
Realizo as tarefas a cumprir, mesmo assim saindo depois do horário, e, tal como prometido, volto ao hospital para ir buscar quem lá deixei.
Nem sequer lá entro, muito menos dou de caras contigo, mas quando a noite adormece comigo nos braços, num sonho reencontro-me contigo.
Num reencontro com situações que a própria razão desconhece.
No sonho ofereceste-me um par de brincos, semelhantes aos que uso. Conversarmos, sorrimos e mais não sei…
Acabando assim por acordar com a impressão que não foi apenas um sonho…
Levanto-me já atrasada para mais um dia que agora enlaça mais uma etapa…
Calço as pantufas e numa delas algo causa-me um desconforto, elevo-a mas nada sai. Volto a calçá-la e o desconforto permanece, por fim coloco a mão dentro dela e retiro de lá um brinco… um brinco que já havia guardado numa caixa.
Coincidências? Certamente que acontecem…
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Divago #1
.
Hoje não falamos…
Não nos cruzamos sequer…
Não existiu troca de olhares, muito menos de sorrisos…
Simplesmente, nada.
Suspiro…
Sabes… quando passeio ou até mesmo quando caminho apenas por ter que o fazer, ou quando vou a conduzir… estico a mão como se esta fosse alcançar a tua para caminharmos juntos de mão dada…
Ou até mesmo, quando o faço para apenas sentir algo… o vento ou… sei lá... algo, algo que me eleva no momento, que me faz renascer e ganhar força, uma força que não provem de armas, mas sim de coragem para o que ai vem.
E por mais que passe entre prédios onde por trás das enumeras janelas haja rotina, por mais que o caminho do carro até ao ponto de encontro de mais uma etapa, e ou vice-versa, sejam longos, frios, ventosos e por vezes chuvosos, por mais que as luzes dos carros encadeiem e o passeio seja pequeno de mais para circular, por mais que anoiteça quando este percurso é feito, é neste percurso que me sinto livre, onde os meus pensamentos não têm limites.
…
Hoje, sei que não falamos sequer, mas acordei com a sensação que contigo tinha estado.
Terminei o dia com um cansaço em cima e fiz grande parte do percurso até ao carro inconsciente. Quando dei por mim estava a descer a avenida, um pouco depois avistei o carro e pensei que já estava quase lá, mas não demorou 1 minuto e passei por ele sem me dar conta. Com isto, voltei para trás uns metros e entrei no carro.
Hoje o telemóvel não parava de tocar, mas nenhum foi um toque teu, e dar conta do work foi… sei lá…
Amanhã é um novo dia.
O «amanhã» será sempre um novo dia…
Esperemos que sim… há que acreditar e aguardar para ver e sentir…
'Carpe Diem'
PS: dei por mim a ouvir esta música e a voltar no tempo enquanto pairava sobre as palavras*
Hoje não falamos…
Não nos cruzamos sequer…
Não existiu troca de olhares, muito menos de sorrisos…
Simplesmente, nada.
Suspiro…
Sabes… quando passeio ou até mesmo quando caminho apenas por ter que o fazer, ou quando vou a conduzir… estico a mão como se esta fosse alcançar a tua para caminharmos juntos de mão dada…
Ou até mesmo, quando o faço para apenas sentir algo… o vento ou… sei lá... algo, algo que me eleva no momento, que me faz renascer e ganhar força, uma força que não provem de armas, mas sim de coragem para o que ai vem.
E por mais que passe entre prédios onde por trás das enumeras janelas haja rotina, por mais que o caminho do carro até ao ponto de encontro de mais uma etapa, e ou vice-versa, sejam longos, frios, ventosos e por vezes chuvosos, por mais que as luzes dos carros encadeiem e o passeio seja pequeno de mais para circular, por mais que anoiteça quando este percurso é feito, é neste percurso que me sinto livre, onde os meus pensamentos não têm limites.
…
Hoje, sei que não falamos sequer, mas acordei com a sensação que contigo tinha estado.
Terminei o dia com um cansaço em cima e fiz grande parte do percurso até ao carro inconsciente. Quando dei por mim estava a descer a avenida, um pouco depois avistei o carro e pensei que já estava quase lá, mas não demorou 1 minuto e passei por ele sem me dar conta. Com isto, voltei para trás uns metros e entrei no carro.
Hoje o telemóvel não parava de tocar, mas nenhum foi um toque teu, e dar conta do work foi… sei lá…
Amanhã é um novo dia.
O «amanhã» será sempre um novo dia…
Esperemos que sim… há que acreditar e aguardar para ver e sentir…
'Carpe Diem'
PS: dei por mim a ouvir esta música e a voltar no tempo enquanto pairava sobre as palavras*
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Sinfonia...
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